Sempre enxerguei o meu chamado como algo único, diante do qual prestarei contas a Deus. Por isso, entendi que devo dar o meu melhor: com excelência, unção, graça, sabedoria e criatividade divina, sempre fundamentado na Palavra.
Infelizmente, já vi pessoas com dons maravilhosos ficarem para trás porque se compararam demais com outras. Dessa comparação nascem coisas ruins: complexo de inferioridade, competições, vaidade, aparências, frustrações e incredulidade.
A única pessoa com quem você deve competir é com você mesmo: o “você” do passado, do presente e do futuro. Mas sem frustração, sem a ideia de “não consigo”. Essa análise deve servir como guia para mostrar onde e como melhorar. É olhar para si e dizer: “Ei, você pode mais! Vamos lá!”. Assim crescemos de forma saudável em Deus.
As pessoas que admiro — pregadores, cantores, empresários — não são ameaça para mim. Elas não despertam competição, mas servem de referência para eu saber até onde posso chegar. Quando vivemos assim, não há espaço para inveja, mas sim celebração em ver a graça de Deus fluindo na vida de outros.
Uma das coisas mais lindas é ver pessoas funcionando nos dons e chamados que Deus lhes confiou. Mas precisamos lembrar: elas também tiveram que vencer a comparação e a necessidade de provar algo a alguém. O que realmente importa é seguir o plano de Deus para a nossa vida, passo a passo.
E claro: ninguém cresce sozinho! Embora o desenvolvimento seja pessoal, precisamos de um pastor que nos ajude. Ele enxerga coisas que não vemos — áreas a expandir e áreas a cortar — para que possamos frutificar plenamente em Deus












