BLOG SAMIA ROCHA-04

Muitas vezes, lutamos para conquistar tantas coisas, vencemos limites, quebramos barreiras, superamos desafios tão somente para alcançarmos um alvo ou um objetivo que propusemos ter: Fazer o RHEMA, ou Escola de Ministros, mudar de cidade, ter o emprego almejado, corpo sarado ou um carro do ano…

Enfim, corremos atrás de tantas coisas e nada de errado nisto, mas a grande pergunta é: PARA QUE? POR QUÊ?

Sem essas respostas definidas, todo o nosso objetivo se torna vazio quando alcançado! Ou pelo menos sem as respostas ou motivações certas essas coisas serão apenas algo para preencher um vazio, ou uma necessidade de aceitação e valorização por ela não entender quem ela realmente é ou o que ela realmente tem.

E assim vivemos uma luta desenfreada de superações e alvos achando que apenas isso é suficiente para nos sentirmos bem. Vivemos hoje uma busca desenfreada para conquistar coisas. Tentamos estabelecer o nosso preço pelas coisas que temos ou realizamos e não pelo que somos.

Um dia alguém me disse: “… E depois de ganhar o cinturão (troféu), o que tem? Para onde vai? Não tem mais para onde subir, já escalou o lugar mais alto…”

O que fez você ser o único por um instante, tem agora um monte de gente que É, TEM e FAZ o mesmo que você. E agora?

Quando chegamos nesse lugar mais alto se não estivermos bem certos e seguros do propósito e motivações que regem a nossa vida, esse “cinturão” se torna apenas mais um troféu na sua “estante”, ou na sua “parede”, “garagem” ou “corpo”, e aí se levanta uma sensação de frustração, de vazio, de que falta algo…, então começa um declínio, porque não se acha capaz de suprir algo que ele nem entende, ou continua sua busca desenfreada por algo novo, um novo rótulo ou realização que lhe atribua algum valor.

O que faz você ser diferente não são, muitas vezes, as conquistas que você tem, mas sim, a maneira como você realiza, as motivações e os verdadeiros valores que você possui, e que uma vez manifestos, torna o que você faz especial e diferente.

A Bíblia fala em I Coríntios 7.29-31, o seguinte: “Isto, porém, vos digo, irmãos: o TEMPO SE ABREVIA; o que resta é que não só os casados sejam como se o não fossem; mas também os que choram, como se não chorassem; e os que se alegram, como se não se alegrassem; e os que compram, como se nada possuíssem; e os que se utilizam do mundo, como se dele não usassem; porque a aparência deste mundo passa…

Agora, quero que você entenda que Paulo não era contra você possuir coisas nessa vida, mas se você prestar bem atenção ele está falando essas coisas por causa do tempo. Pessoas estavam perdendo a sensibilidade do tempo e do real propósito de Deus por buscas de benefícios e satisfação: casamento, choro, alegrias, benefícios do mundo…

Podemos ver essa realidade de hoje também descrita no Evangelho de Mateus 24.37-39:  “Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam- se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e NÃO O PERCEBERAM, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem”.

Gastamos tanto tempo em algumas coisas sem desenvolvermos outras. As grandes perguntas são: O que você está gastando a maior parte do seu tempo tem peso de eternidade? Ou tudo o que você busca nessa vida é ter uma “estante” cheia de troféus?”

Pare e pense sobre isso!

1 Comentário

  • Ministração poderosa!
    Valores eternos, SEMPRE devem ser nossa busca, nossa motivação e o CENTRO e nossas vidas!

    Resposta

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