16 DE FEVEREIRO – Uma exposição do amor

“O amor aguenta muito e é paciente e bondoso; o amor nunca é invejoso nem transborda em ciúmes ferventes […]” (I Coríntios 13.4 – AB). O que se diz a respeito do amor divino? Quais são as suas características? Elas são citadas na primeira carta de Paulo aos Coríntios, capítulo[…]

“O amor aguenta muito e é paciente e bondoso; o amor nunca é invejoso nem transborda em ciúmes ferventes […]” (I Coríntios 13.4 – AB).

O que se diz a respeito do amor divino?

Quais são as suas características?

Elas são citadas na primeira carta de Paulo aos Coríntios, capítulo 13. Em outras versões da Bíblia, a palavra grega ágape, a qual significa amor divino, é traduzida por caridade, palavra esta que já não tem o mesmo sentido. Minha tradução predileta dessa exposição do amor pode ser encontrada na The amplified Bible [a versão em português que se aproxima é a revista e atuali­zada]. Todo cristão deve ler uma boa tradução de I Coríntios 13 aos poucos até mesmo todos os dias e pô-la em prática!

Examinemo-la a partir do versículo quatro:

O amor suporta tudo, pois é paciente e bondoso. Muitas pessoas toleram por muito tempo uma situação ou pessoa sem ser muito bondosa ao fazê-lo! Há aqueles que aguentam as coisas, porque não tem outro jeito. Uma esposa pode suportar o marido sem ser bondosa (e vice-versa).

O amor não é invejoso nem transborda em ciúmes ferventes. O amor humano é o tipo de amor que trans­borda em ciúmes ferventes. O amor divino não transborda em ciúmes ferventes.

Confissão: “Sou uma pessoa que tem o amor de Deus no coração; logo, suporto muitas situações, pois sou paciente e bondoso. Não sou invejoso nem transbordo em ciúmes ferventes”.