
“A MINHA ALEGRIA VEM DO CÉU. A MINHA ALEGRIA VEM DE DEUS”. Centenas de ministros presentes na Conferência Sudeste 2026 vivenciaram momentos emocionantes em tão pouco tempo. Mais uma vez, a alegria foi o ponto alto do evento, e não poderia ser diferente. Afinal, “se não for com alegria, não é Verbo da Vida”. Todos foram estimulados à fé para curar, a ter convicção da existência do Senhor, a liberar perdão e a restaurar o amor no coração.





A Família Rodrigues conduziu a adoração e envolveu a Igreja com louvores, estimulando uma expressão “extravagante” de fé. “Quando o diabo tentar te parar, irmão, mostra para ele como é que se dança. Quando o diabo tentar te calar, irmão, mostra para ele como é que se grita”, aconselhou o cantor e pastor Eliezer Rodrigues.



Nemias Silva, pastor presidente da Igreja Verbo da Vida em Vila Matilde, São Paulo (SP), contou que sente segurança ao ouvir as mesmas verdades. “O que me traz mais alegria em uma Conferência de Ministros é a continuidade, o legado e a preservação. A alegria de saber que nesses 17 anos indo na Conferência, não perdemos a proteção de ouvir as mesmas coisas”.
FÉ PARA CURAR

Klycia Gaudard, coordenadora de Recursos Humanos do Ministério Verbo da Vida, mostrou alguns dados referentes ao aumento de casos de transtornos durante sua ministração. “Vocês devem concordar comigo que nós temos um aumento significativo em nossas igrejas de pessoas diagnosticadas com depressão, ansiedade, autismo e TDAH. Isso também tem sido observado no Centro de Cura“, comentou.
A ministra afirmou que a depressão é, de fato, uma doença. Segundo ela, algumas pessoas chegam às igrejas apresentando tristeza e afirmam estar deprimidas. “Existe uma diferença entre tristeza e depressão. Enquanto a tristeza é momentânea, a depressão tem uma continuidade e a pessoa perde o ânimo para fazer coisas que ela fazia. Ela não tem mais alegria para fazer as coisas”, explicou Klycia.
“Se Deus nos criou para funcionarmos de forma plena, quer dizer que isso é para todos. Isso é para você, para a sua família, para os membros da sua igreja e para aquela criança que chegou com transtornos”.
A preletora também orientou como lidar com esses casos. “O plano de Deus é ter pessoas cheias do Espírito e da Palavra para aconselhar as pessoas no gabinete. Nós cremos no sobrenatural de Deus. Cremos que cura é para hoje. Nós cremos que a Palavra é a verdade e é uma realidade superior a qualquer diagnóstico”.

Por fim, Klycia Gaudard afirmou que a primeira coisa que se deve fazer é ensinar as pessoas a pensarem certo. “A confissão é a derrota de Satanás. Essas pessoas precisam pensar correto. Para isso, elas precisam entender o que a Bíblia diz. Precisamos ministrar sobre cura e mostrar os livros que nós temos. E a Palavra de Deus, a renovação da mente, vai fazer com que elas se vejam curadas. Quanto mais fé as pessoas tiverem, mais elas têm a possibilidade de receber e manter a sua cura”.
“O interesse de Deus é que as pessoas sejam curadas e que tenham milagres em nossas igrejas”.
O casal Rubens e Agatha Lopes, de Arujá (SP), também contou sobre a maior alegria em participar da Conferência. Para ele, “minha alegria é estar exposto à visão, ter essa oportunidade de sermos banhados por ela e percebermos, por dentro, aquilo que Deus tem para nós, para essa nova estação”. Já Ágata confessou que o que lhe traz alegria é estar perto de pessoas que não vê há tanto tempo e desfrutar dessa comunhão. “Tempo de rever pessoas distantes e de perto também”.
DEUS EXISTE

Vinicius Misael, pastor presidente da Igreja Verbo da Vida em Campo Grande (MS) lançou, na Conferência Sudeste, o livro “Deus, um mito? Respondendo ao Ceticismo”. Ele pregou sobre o tema que também envolve a disciplina “Apologética” da Escola de Ministros Rhema, da qual também é professor. “Este livro foi escrito para abençoar as pessoas”, declarou o ministro.
Segundo Vinicius, conforme orienta o apóstolo Paulo, em I Pedro 3:15, os ministros precisam estar preparados para responder a respeito da esperança em Cristo. “Precisamos estar preparados a responder perguntas e retirar bloqueios intelectuais que as pessoas têm. Algumas delas não estão mal intencionadas, só têm dúvidas. Deus considera a nossa mente importante e ela precisa ser renovada”.
“A pergunta mais importante da existência humana é: ‘Deus existe?'”.
O ministro também observou que, se Deus existe, é possível compreender quem se é, o que se tem, o que se pode fazer e o que se está fazendo nesta terra. “Depois que acabar este tempo aqui, tem uma eternidade. Nós vamos para algum lugar. Crendo que Deus existe, a nossa crença, a nossa vida e os nossos valores mudam. Não faz sentindo não acreditar que Deus existe”, completou.

O pastor ainda afirmou que, quanto mais se estuda a verdade, mais perto se chega dela. Jesus não abriu margem para a dúvida ao dizer que era o caminho, a verdade e a vida. “Não existe esse negócio de verdade relativa. A verdade é a verdade, e vale para todo lugar e todo momento. Porque Jesus falou que é a verdade, nós podemos acreditar no que a Palavra diz. A terra existir como ela é, sem ninguém ter projetado ela, é impossível. Deus não é um mito, nem uma invenção das nossas cabeças”.
“Quando eu olho para a criação, eu chego à conclusão óbvia de que existe um Criador. O Universo pressupõe a existência do Criador. O perdão traz de volta a alegria completa. E essa alegria vai chegar a um nível de plenitude”.
Para Alexandre e Cristiano Morais, de Campo Grande (MS), a comunhão é a maior alegria que vivenciam na Conferência. “Participar dessa unção coletiva, de tudo aquilo que acontece aqui. Só estar aqui já é o suficiente”.
A ALEGRIA DE PERDOAR

Em sua ministração, Marconi Raulino, coordenador da supervisão das Escolas de Ministros Rhema, focou sua mensagem na alegria proporcionada pelo perdão. O ministro citou João 15.12, quando Jesus ensinou que é preciso amar uns aos outros como Ele amou. “Há uma conexão tremenda nesse texto, quando Jesus fala que há um nível de plenitude em alegria e que também essa alegria é demonstrada quando estamos amando uns aos outros”, explicou.
Para Marconi, algo que pode roubar a plenitude da alegria é a falta de perdão. Em Marcos 11.22 a 26, é mostrado que a falta de perdão prende alguém em algumas situações. “Por vezes, deixamos de experimentar a alegria em algum momento porque ficamos travados em algum momento, porque entramos em algum tipo de situação de relacionamento e não conseguimos avançar. E quem está lidando com pessoas o tempo todo corre um grande risco de ter problemas”.
“Quando as diferenças e situações não são devidamente administradas, aquilo que parecia ser simples pode se tornar algo muito complexo de se resolver depois”.
O ministro também afirmou que, quando algo não consegue ser resolvido, é nesse momento que entra o perdão. “Muitas situações não resolvidas ficam guardadas e podem ser trazidas à lembrança apenas quando se encontra as pessoas que nos causaram algo ruim. E essa semente vai sendo nutrida. E ela pode se transformar em uma raiz de amargura”.

Por fim, Marconi ponderou que, com o passar do tempo, a raiz de amargura se transforma em “árvore da ofensa”. Em algum momento, aquilo que está oculto vai se transformar em algo público, e todos vão ver. “A ofensa fecha portas, limita acessos e dificulta o diálogo. E essa árvore também pode dar frutos, como a divisão e a desonra. Frutos corrompidos”.
“Não regue essa semente. O perdão resolve, pois arranca a árvore, limpa o terreno, acaba com aquilo e deixa tudo novo”.

E o culto foi encerrado como começou: cheio de alegria. O Pr. Eliezer Rodrigues também pediu que os ministros fosse até outros irmãos e liberassem perdão ou simplesmente declarassem palavras de amor.















1 Comentário
Uma manhã extraordinária onde fomos ajustados, sacudidos a pensar e falar certo sobre a cura, outra ministração para termos atitudes de amor com as pessoas.
Três ministrações fantásticas!!
Como vale a pena o evestinento e poder estar nestas Conferências!