Projeto social tem alcançado indígenas da região do Mato Grosso do Sul

Evangelismo com alimentos, teatro, música, dança e brincadeira para as crianças: tal cenário é muito popular no nosso Ministério, porém, o Conexões Tribos traz um público ainda pouco alcançado — o povo indígena.  E mais, além de prestar assistência a esses grupos, eles também promovem ações e treinamento para as igrejas interessadas em alcançar esses povos.  

O projeto surgiu em 2019, quando após um treinamento intenso com a Jocum,  Rosy Lacerda, de Fortaleza (CE), foi até as aldeias do Mato Grosso do Sul.

Lá, nasceu um desejo intenso de servir a um povo que muitas vezes não é visto.

Mesmo voltando para casa, seu coração permanecia no mesmo lugar. Após ir a um evento em Campo Grande, ela se reuniu com algumas pessoas e voltou para as aldeias. Foi a partir desse momento que o projeto ganhou forma.

Três anos depois, a equipe já trabalha com as tribos de duas cidades. O projeto é uma espécie de extensão da visão do Ministério Verbo da Vida, porém, com um foco específico: levar a Palavra da Fé para os indígenas de todo o mundo.

Dessa forma, o primeiro local  visitado foi Água Branca, situado no distrito de Aquidauana (MS). Trata-se de uma aldeia um pouco menor, com indígenas que já conheciam a Palavra e passaram a aprender a Palavra da Fé. 

Apesar de ter um foco de público específico, o projeto também alcança muitos voluntários.

Parte dos componentes da liderança faz parte do nosso Ministério, mas, pelo fato do projeto ser interdenominacional, muitas pessoas participam e são alcançadas através dos treinamentos e enquanto estão trabalhando.

Esse posicionamento trouxe um alinhamento de ideias e um feedback positivo. Logo, seguindo o planejamento de expansão, após obter sucesso em Água Branca, o projeto se estendeu para Bananal, que também faz parte do distrito de Aquidauana.

Depois de dois anos, apesar das aldeias fecharem no tempo caótico de pandemia, a equipe voltou com tudo: na igreja da tribo de Cachoeirinha, localizada no centro de Miranda (MS), eles conseguiram estabelecer mais uma parte do Conexões, trabalhando de maneira fixa também naquele lugar. 

Para conseguir acesso, o grupo precisa se comunicar com os pastores das aldeias e os caciques. Nem sempre é uma tarefa fácil, porque diversas vezes os índios enfrentaram situações delicadas e têm uma certa resistência aos “homens brancos” — como eles falam.

Há um certo preconceito no início, mas através da graça, favor e esforço da equipe, as portas se abrem e eles conseguem ingressar nas tribos. 

Segundo Liz Welter, líder da parte infantil do projeto, o futuro carrega as expectativas de expandir o projeto e alcançar as aldeias e os indígenas sem ferir sua cultura.

Todo o trabalho do Conexões almeja levar a certeza que eles são um povo muito amado e lembrado pelo Senhor.

 

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