
Evangelismo com alimentos, teatro, música, dança e brincadeira para as crianças: tal cenário é muito popular no nosso Ministério, porém, o Conexões Tribos traz um público ainda pouco alcançado — o povo indígena. E mais, além de prestar assistência a esses grupos, eles também promovem ações e treinamento para as igrejas interessadas em alcançar esses povos.

Lá, nasceu um desejo intenso de servir a um povo que muitas vezes não é visto.
Mesmo voltando para casa, seu coração permanecia no mesmo lugar. Após ir a um evento em Campo Grande, ela se reuniu com algumas pessoas e voltou para as aldeias. Foi a partir desse momento que o projeto ganhou forma.

Dessa forma, o primeiro local visitado foi Água Branca, situado no distrito de Aquidauana (MS). Trata-se de uma aldeia um pouco menor, com indígenas que já conheciam a Palavra e passaram a aprender a Palavra da Fé.

Parte dos componentes da liderança faz parte do nosso Ministério, mas, pelo fato do projeto ser interdenominacional, muitas pessoas participam e são alcançadas através dos treinamentos e enquanto estão trabalhando.
Esse posicionamento trouxe um alinhamento de ideias e um feedback positivo. Logo, seguindo o planejamento de expansão, após obter sucesso em Água Branca, o projeto se estendeu para Bananal, que também faz parte do distrito de Aquidauana.
Depois de dois anos, apesar das aldeias fecharem no tempo caótico de pandemia, a equipe voltou com tudo: na igreja da tribo de Cachoeirinha, localizada no centro de Miranda (MS), eles conseguiram estabelecer mais uma parte do Conexões, trabalhando de maneira fixa também naquele lugar.

Há um certo preconceito no início, mas através da graça, favor e esforço da equipe, as portas se abrem e eles conseguem ingressar nas tribos.

Todo o trabalho do Conexões almeja levar a certeza que eles são um povo muito amado e lembrado pelo Senhor.















