Verbo FM

Ah! O amor…

“O amor não é uma coisa que se sente. É uma coisa que se faz…”

Com esta frase, vou começar o meu texto hoje…

Esses dias, em meio aos meus relacionamentos na família, trabalho e igreja, tenho atentado para o amor… Não o amor “sentimento”, mas o amor “ação”.

Sei que conjugamos o verbo amar mais ou menos assim:
Eu amo
Tu amas
Ele ama
Nós amamos
Vós amais
Eles amam

Mas, de fato, nós amamos mesmo?

Vou falar de mim, afinal, é a única forma de falar com tanta propriedade. Eu me acho tão distante do amor do tipo de Deus, aquele amor intenso, sincero, despretensioso, doador, altruísta, perdoador, ágil, forte, imenso…

Aos 40 anos, eu percebi que não sei de quase nada da vida… E essa conclusão me entristeceu muito por um momento, mas, ao mesmo tempo, me deixou com aquela sensação de insatisfação que nos move para cima, para o acerto, a melhoria, a mudança…

Pronto, cheguei ao ponto que queria: MUDANÇA!

Quando lidamos com situações difíceis, perdas impactantes, tragédias, dores, essas coisas que mexem com a gente, naturalmente, nós fazemos uma reflexão da vida, e percebemos o quanto, muitas vezes, nós valorizamos pouco as pessoas e supervalorizamos as coisas.

Sim, eu já entendi o principio de que Deus nos deu as pessoas para serem amadas e as coisas para serem usadas, mas, no corre-corre do dia a dia, às vezes, eu me pego não amando, não valorizando as pessoas como deveria ser.

O amor faz! O amor age, se movimenta, realiza, promove, ajuda, levanta, melhora, suporta (de suportar não de aguentar). Ainda não compreendemos totalmente I Coríntios 13, porque o amor descrito nesse texto é o amor supremo.

O amor é a base essencial para a administração correta de qualquer dom espiritual. O amor cristão é eterno e nós também somos eternos. Isso significa que não passa, não morre, nem se perde. O amor não acaba. Será? Ainda é comum vermos o amor de muitos acabando, esfriando, sendo destruído por tão pouco. Na verdade, se isto acontece, é porque não era amor, o amor do tipo de Deus.

Que eu e você sejamos aqueles poucos que levantam a bandeira do amor… diariamente.

Estou sendo podada pelo Senhor nessa área. Chega de dizer “eu te amo” para enfeitar um cartão de aniversário, mas pelos outros dias do ano inteiro não amá-la como deveríamos… Ser “gente boa” é amar de fato e de verdade!

Não espere perder pessoas para descobrir que as amou pouco, ou até mesmo que não as amava como devia ter amado.

Dica do dia: ame seus pais, você não sabe até quando eles estarão com você. E não adianta camuflar essa verdade: pai e mãe só temos um.

Ame! Viva! Cresça! Mude!

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