Nós fomos responsabilizados por levar as boas-novas. O Evangelho nada mais é do que um ex-mendigo ensinando a outro, como desfrutar de uma nova vida. A Bíblia nos diz que estávamos como trapos de imundícia por causa das nossas iniquidades, e isso tem grande importância, porque estávamos completamente fora daquilo que o Senhor havia preparado para nós.
“Ele nos libertou do poder das trevas e nos transportou para o Reino do seu Filho amado, em quem temos a redenção, a remissão dos pecados” (Colossenses 1:13-14).
“Porque, no passado, vocês eram trevas, mas agora são luz no Senhor. Vivam como filhos da luz” (Efésios 5:8).
O apóstolo Paulo compartilha uma visão ampla acerca daquilo que éramos e do que, como Igreja, somos hoje. Segundo as Escrituras, estávamos no lamaçal do pecado, encharcados em nossas iniquidades e considerados como trapos de imundícia. Mas, pela misericórdia de Deus, Jesus Cristo veio e nos tirou do império das trevas, transportando-nos para o Reino do Seu amor.
Fomos adotados
Fomos adotados e agora somos imagem e semelhança do Pai. Por isso, não podemos ser qualquer tipo de pessoa, nem desconsiderar a grandiosidade da obra redentora realizada em nossas vidas. O que Paulo deixa claro é que Jesus é o centro e a resposta.
Tudo sem Cristo tende ao fracasso. Ainda assim, é impressionante ver como muitas pessoas não entendem a magnitude do plano redentor que recebemos pela misericórdia de Deus, e continuam vivendo da mesma forma.
O apóstolo Paulo declara: “Vocês eram trevas, mas agora são luz. Vivam como filhos da luz”. Isso significa que, onde quer que formos, temos o papel fundamental de fazer com que as trevas sejam dissipadas, seja por palavras ou por obras. Tudo o que fizermos, deve ser para a glória de Deus.
A grande questão é: nós realmente entendemos a grandiosidade daquilo que recebemos?
O mundo está sofrendo
O mundo está sofrendo e as pessoas também, mas nós temos a resposta. Fomos alcançados e transportados das trevas, onde elas ainda se encontram, e entendemos, tanto a situação delas, quanto a nova realidade em que vivemos.
Precisamos da direção do Espírito Santo sobre nossas vidas. Ele é nosso ajudador, amigo fiel e conselheiro. No entanto, muitas vezes não damos crédito à Sua voz. Nos empolgamos com tantas coisas e esquecemos que é Ele quem nos guia.
Você é luz, e o que procede do seu coração tem poder para transformar vidas e pessoas.
O que você está esperando para dar o primeiro passo? Deixe o Espírito tocar o seu coração e trazer instrução para alcançar pessoas.
O Evangelho da reconciliação
Precisamos ser excelentes naquilo que Deus confiou a nós, porque aquilo que recebemos da parte d’Ele é o que há de mais excelente. Devemos ser diligentes quando se trata do propósito do Senhor para nossas vidas.
Vejo, muitas vezes, a Igreja muito centrada dentro de quatro paredes. Não há problema em congregar, isso é bíblico. Mas o papel da Igreja é levar o Evangelho da reconciliação, sair do templo com o objetivo de gerar resultados, e fazer com que as pessoas percebam que os cristãos são um povo alegre, animado, cheio do Espírito Santo. Não precisamos de álcool para nos embriagar, porque somos cheios do Espírito. Não precisamos do que o mundo oferece, porque o próprio Espírito Santo nos completa.
Se não manifestarmos a alegria que vem do fruto do Espírito, que imagem estaremos transmitindo àqueles que ainda não conhecem a verdade?
Nós temos a resposta: Jesus.
Muitas vezes, não temos consciência daquilo que recebemos. E, quando não entendemos o valor do que nos foi dado, não conseguimos transmiti-lo a outros.
Uma vida extraordinária
Deus não nos chamou para viver uma vida medíocre. Essa palavra significa “mentalidade mediana”. Ele nos chamou para uma vida extraordinária, porque o plano redentor foi extraordinário.
Se não nos posicionarmos e não agirmos conforme a Palavra, estaremos vivendo abaixo daquilo que nos foi concedido, como quem recebeu algo grandioso, mas não entende o seu valor.
O propósito que o Senhor tem para nossa vida é maior do que nós mesmos, pois não se trata apenas de nós, mas de alcançar outras pessoas. Por vezes, estamos tão focados em nós mesmos que não percebemos que aquilo que recebemos é para ser compartilhado.
Existem muitos jovens que precisam dessa Palavra. E sei que chegará o dia em que seremos chamados de “desaparecidos”, porque seremos arrebatados. Contudo, enquanto esse dia não chega, não me cansarei; trabalharei o máximo possível para que as pessoas sejam alcançadas.











