Educação intencional

Como pais, o que estamos fazendo para preservar nossos filhos e garantir suas jornadas?

Talvez você já passou pela fase de ser pai ou mãe, na qual teve que educar seus filhos pequenos. Talvez já tenha filhos casados, mas vou lhe desafiar a ser um avô ou avó intencionais. Então, todo mundo entra no pacote. Fazemos parte de uma geração que precisa gerar influência onde estiver, independentemente da posição que ocupamos.


O QUE É SER INTENCIONAL?

Intencionalidade é a característica de quem age com intenção, deliberação e propósito. Refere-se ao ato ou estado de consciência adaptado a uma intenção ou a um projeto. Significa saber o motivo pelo qual fazemos algo.

Não sei se você já foi pego de surpresa e pensou: “Meu Deus, por que estou fazendo isso?”, mas, na nossa vida, todos os dias, precisamos ter um motivo para estar acordados, uma razão para nossas ações. Isso envolve nossa existência como um todo. Quando pensamos em paternidade e maternidade, precisamos pensar em nossos filhos de forma integral. Eles, assim como nós, são seres trinos: somos espírito, possuímos uma alma e habitamos em um corpo. Nossos filhos, mesmo que sejam bebês, também são espíritos. Precisamos enxergar a criança como esse ser integral.

Quando falamos de intencionalidade, é necessário pensar em todas as áreas nas quais devemos ser intencionais: no crescimento espiritual dos nossos filhos e no desenvolvimento físico e emocional deles.


INTENCIONALIDADE COM OS FILHOS

Ao estudar sobre intencionalidade, uma história que me veio ao coração foi a de Moisés. Quando ele nasceu, havia um decreto do rei para que todas as crianças fossem mortas, mas os pais de Moisés agiram ao contrário do decreto.


O QUE ESTAMOS FAZENDO?

Como pais, o que estamos fazendo para preservar nossos filhos e garantir suas jornadas? O que estamos construindo para mantê-los nesse caminho? Precisamos estar em uma posição de governo e influência. Você já parou para pensar se nossos filhos estão preparados para influenciar a sociedade? Que tipo de influência eles vão exercer quando estiverem na idade em que estamos hoje? O que eles vão dizer? Que posição ocuparão? O que estarão cantando? Quem serão as pessoas que eles estarão liderando? Precisamos refletir sobre isso, pois é uma responsabilidade nossa como pais. O Senhor usará nossos filhos para influenciar a geração da qual eles fazem parte. Não podemos ficar adormecidos enquanto eles crescem, agindo como se o tempo não estivesse passando. Precisamos ser intencionais na vida deles.

“Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios. Remindo o tempo, porque os dias são maus. Por isso, não sejais insensatos, mas procurai compreender qual é a vontade do Senhor” (Efésios 5:15-17).

Não podemos viver de forma insensata ou adormecida. Precisamos buscar a vontade de Deus para nossa vida e para os nossos filhos.


TENHA UM ALVO

“Como flechas na mão de um guerreiro, assim são os filhos da juventude. Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava; não serão envergonhados, mas falarão com os seus inimigos à porta” (Salmos 127:4).

O Senhor criou nossos filhos para irem longe. Se você é bem-sucedido, seu alvo é que eles sejam ainda mais bem-sucedidos que você. Toda flecha tem como finalidade acertar um alvo. O resultado de uma flecha atirada depende da habilidade e precisão do arqueiro.


ESTABELEÇA PRINCÍPIOS E VALORES EM SEU LAR

“Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente, que edificou sua casa sobre a rocha” (Mateus 7:24).

O termo “princípio” vem do latim principium, que pode significar começo, origem ou fundamento. Princípios são colunas que refletem nas nossas ações. Precisamos estabelecê-los em nossa casa para nortear nossa família. Como pai ou mãe, devemos ser os primeiros a agir e dar o exemplo.


MONTE UM PLANO ESTRATÉGICO E COLOQUE-O EM PRÁTICA

Planejar é a capacidade de, a partir das ferramentas disponíveis, fazer escolhas e direcionar para o futuro desejado. No entanto, para que o planejamento tenha êxito, é imprescindível diagnosticar, monitorar, corrigir e avaliar as escolhas feitas. A primeira coisa a fazer é diagnosticar. Quando vamos ao médico, ele nos dá um diagnóstico e nos orienta sobre o que fazer. Se priorizo minha família, devo fazer mudanças e seguir princípios dos quais não posso abrir mão. Precisamos ter essa consciência, refletir e colocar em prática!

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