Thayanna CunhaThayanna Cunha

Professora do Rhema Brasil

Nós deveríamos ter raiva do pecado, porque o pecado que nos tirou da condição original de adoração, nos tirou de Deus e causou essa confusão toda.

Um dia ouvi um amigo dizer: “Se o homem não tivesse caído e ainda sim houvesse uma Bíblia ela teria Gênesis 1 e 2 e Apocalipse 21, 22. Porque o que houve nesse intervalo foi por conta do pecado ter entrado na mundo”.

Sim, Deveríamos ter raiva do pecado e não ficar namorando com ele. Ficar na dúvida se faz ou se não faz!

Geralmente quando a tentação vem e ficamos na dúvida se fazemos aquela atividade, geralmente nossas dúvidas giram em torno do que as pessoas iriam achar, e em torno daquilo que aquele pecado iria nos causar de dano se alguém soubesse.

Tiramos Deus da jogada! Tiramos Deus da história! Como se nós pudéssemos escolher qual o momento que Deus pode ou não estar na sua vida. Como se quando alguém está no quarto com sua TV ligada e vai passar um filme com a faixa etária de 18 anos e ele decide assistir “só pra ver algumas coisas, pra relaxar, pra esquentar a relação” o Espírito Santo fosse sair pra tomar um suco enquanto o filme passa.

Infelizmente quando estamos paquerando o pecado e ficamos em dúvida se praticamos aquilo ou não, sempre pensamos na nossa reputação terrena e esquecemos da nossa reputação celestial.

Geralmente não pensamos: “Caramba, se eu fizer isso Deus vai ficar ‘arrasado’ comigo. Deus tem me acompanhado todos os dias em meus desafios, tem me ajudado tanto e agora eu vou falhar com ele por alguns minutos de um prazer que só vai atrasar minha vida”.

Se tivéssemos raiva do pecado e do diabo por Ele ter nos irado da nossa condição original, se não esquecêssemos que, mesmo que pequemos e peçamos perdão, aquilo fica na nossa memória, na nossa história, no nosso “mural de erros cometidos ao longo da vida” e quando lembramos nos embrulha o estômago e nos faz perguntar: “por que fiz isto?”, nós nunca iríamos oferecer nosso corpo como instrumento de pecado, mas iríamos querer fazer somente o que louve a Deus.

Precisamos ter mais certeza da presença de Deus na nossa vida. Existe uma presença manifesta, mas existe uma presença habitadora, que nos habita 24horas. Precisamos acreditar mais nas verdades que fazemos parte. Vida com Deus não é novela, não é romance, não é “faz de conta”, é algo real.

“Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos; 9 – Sabendo que, tendo sido Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte não mais tem domínio sobre ele. 10 – Pois, quanto a ter morrido, de uma vez morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus. 11 – Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor. 12 – Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências; 13 – Nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniquidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça. 14 – Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça”.  Romanos 6:8-14

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