
O casal missionário Jefter e Gabriella Kashiwakura está em retorno temporário ao Brasil. O pastor da Igreja Verbo da Vida em Tóquio, no Japão, pregou na Conferência de Ministros Sul. Em seguida, ele ensinou na Escola de Missões, em Campina Grande (PB). Em entrevista ao Portal, eles compartilharam experiências marcantes vividas em terras nipônicas, falaram sobre o campo asiático, deram conselhos a quem tem chamado missionário e comentaram o tempo na Escola e na Conferência. Confira a seguir:
De retorno temporário ao Brasil, como tem sido esse tempo em Campina Grande (PB) e a participação na Conferência de Ministros Sul?
Jefter: O objetivo da nossa vinda ao Brasil era, principalmente, participar de uma das conferências. Queríamos receber uma unção fresca, um tempo de refrigério e alinhamento. A Conferência de Ministros Sul foi perfeita nesse sentido. Para mim, foi ainda mais especial porque, quando criança, visitava bastante o Paraná e a região Sul. Então, estar pela primeira vez no Rio Grande do Sul, ministrando, foi algo maravilhoso e nostálgico ao mesmo tempo. Além disso, tivemos a oportunidade de estar perto da nossa diretoria, ouvir cada um deles e receber.

Na Escola de Missões, ministrei pela segunda vez a disciplina sobre budismo, e tem sido especial e marcante compartilhar o que Deus tem feito no Japão, tanto em relação ao contexto cultural quanto às conversões de japoneses e budistas para Cristo. Pude explicar as diferenças entre a mentalidade japonesa e a cultura de congregar em uma igreja. Para eles, isso não faz parte da tradição religiosa, já que o budismo é praticado de forma cultural: visitar templos, fazer uma prece rápida ou prestar honra a ancestrais. Assim, mostrar como trabalhamos nesse contexto e como a igreja tem avançado em Tóquio foi enriquecedor para os alunos.
Durante a aula, compartilhei o testemunho de uma das nossas líderes no Japão. Vinda de uma família budista, ela recebeu Jesus e estudou no Rhema. Na matéria Cristo, Aquele que Cura, ficou tão cheia da Palavra que, ao ver sua mãe com uma dor nas costas, que já durava dez anos, impôs as mãos sobre ela. A mãe foi completamente curada naquele momento. Como consequência, o pai, que recorria aos templos budistas em busca de cura, ficou impactado ao ver a esposa totalmente restaurada pela imposição de mãos e pelo poder da Palavra. Esse testemunho, além de fortalecer a família dela, também edificou a fé dos alunos presentes. Estou muito animado para vê-los no campo missionário, ‘voando’ e ‘frutificando’ em seus ministérios.
Gabriella: Fizemos questão de vir todos juntos para Campina Grande. Aqui sentimos um ambiente muito familiar, de aconchego. Esse tempo nos ajuda a recarregar as energias e nos preparar para a próxima etapa no Japão. Estar com os amigos, reencontrar irmãos e viver essa atmosfera é sempre um alento para o coração missionário. Estar no Sul também foi muito bom. A igreja em Caxias do Sul é maravilhosa. Fomos recebidos com muito carinho e excelência. Ficamos impressionados com a receptividade e com a estrutura da igreja. Foi inspirador ver como os departamentos funcionam e como servem com tanta dedicação. Essa experiência nos trouxe muitas ideias para aplicar também em Tóquio. Às vezes, acabamos nos acostumando com a forma como fazemos, e ver o exemplo de uma igreja tão estruturada e excelente nos inspira a melhorar ainda mais nosso trabalho no Japão. Tem sido um tempo de aprendizagem, de inspiração e, acima de tudo, de família. O Sul nos marcou pela receptividade, e Campina Grande, pelo aconchego. Voltaremos ao Japão mais fortalecidos e prontos para continuar a obra que o Senhor tem nos confiado.
Como começou a igreja no Japão? Contem testemunhos que marcaram esse tempo.
Jefter: Temos visto japoneses que, antes, não tinham nenhuma ideia de quem é Cristo, não sabiam o que era uma Bíblia e não possuíam qualquer cultura de frequentar uma igreja ou viver a realidade de uma nova criação. Hoje, acompanhamos esses mesmos japoneses recebendo a Palavra de Deus de forma genuína. É um trabalho de muita perseverança e persistência. Por isso, não podemos ter pressa ou ansiedade querendo ver frutos imediatos. É como plantar uma semente: você rega constantemente e, aos poucos, ela cresce até dar fruto. E, de fato, temos visto exatamente isso acontecer. Esse é um trabalho pioneiro de implantação, no sentido de estarmos estabelecendo uma igreja japonesa.
Gosto sempre de lembrar do primeiro japonês que foi batizado conosco. Quando ele chegou, estava em uma situação muito difícil: sofria de insônia severa, era alcoólatra, dependente de remédios de tarja preta, tinha depressão e já não conseguia trabalhar. Ainda assim, nós o acolhemos, ensinamos a Palavra, perseveramos com ele, mesmo quando parecia que nada estava acontecendo. Hoje, vemos a transformação: aquele homem que não conseguia se comunicar, agora é comunicativo; aquele que não trabalhava, hoje tem um emprego; e o que vivia preso ao álcool e à depressão, hoje está liberto. É a prova do poder da Escritura em ação. De certa forma, restauramos alguém para a sociedade, por isso é muito importante esse trabalho que a Igreja faz. Esse é apenas um dos muitos casos de salvação, cura e libertação que temos presenciado. Em nossos cultos, pessoas que enfrentavam situações familiares bem complicadas, receberam refrigério por meio da Palavra. Além dos japoneses, também alcançamos estrangeiros que vivem em Tóquio.

Gabriella: Chegamos em Tóquio em 2019 com o propósito de implantar a igreja. Às vezes, ficamos um pouco ansiosos, querendo ver resultados imediatos. A gente olha e pensa: ‘Ai meu Deus, aquela super igreja, com muitos membros…‘ Mas ao observar a história de cada pessoa que está na nossa igreja ou que já passou por ela, percebemos algo diferente. Quando nos prendemos apenas aos números: ‘Nossa, nossa igreja não tem 200 membros‘, podemos deixar de enxergar o que realmente importa. Quando focamos nas transformações, vemos que é só o poder de Deus em ação. Vidas estão sendo transformadas, famílias estão sendo restauradas. Como o Jefter falou, pessoas estão se reintegrando à sociedade. Não é apenas o caso de um membro que, antes, vivia apenas de benefícios do governo e não trabalhava; agora, ele já tem um emprego e está reintegrado à sociedade.
Em outra ocasião, chegou um homem perturbado, ouvindo vozes. Ele fez a Escola Bíblica conosco. Durante esse tempo, vimos sua vida mudar: ele conseguiu melhores empregos, progrediu no comportamento e foi sendo restaurado aos poucos. Outro exemplo foi em um evangelismo, estávamos distribuindo água e um menino nepalês parou com sua bicicleta para receber uma garrafa. Aproveitamos a oportunidade para falar de Jesus, ele nunca tinha ouvido falar. Desde então, o menino começou a frequentar a igreja, sozinho, aprendendo sobre oração em línguas, batismo no Espírito Santo, cura e salvação. Como ele é adolescente, um dos atrativos iniciais foi o lanche que servimos após os cultos. Além disso, as nossas próprias crianças participam ativamente dos evangelismos, entregando panfletos e até ministrando cura na escola. Já tivemos casos de crianças orando por colegas em necessidade. É maravilhoso ver como o Reino de Deus tem impactado não só os adultos, mas as crianças também.
Jefter: O Senhor tem nos acompanhado em todos os estágios, bem como tem suprido as nossas necessidades e dado ferramentas para realizar esse trabalho. Coisas sobrenaturais têm acontecido, como é o caso do prédio da igreja. Em Tóquio, é muito difícil um estrangeiro alugar um apartamento ou casa, e ainda mais complicado quando se trata de uma organização religiosa, por causa do preconceito. Mas Deus nos deu favor diante do proprietário: ele alugou para nós e agora quer vender o prédio para a igreja. É um privilégio ver como a graça do Senhor nos acompanha e como o dom da fé está em operação, chamando à existência coisas que pareciam impossíveis. Estamos confiantes na aquisição do prédio, avaliado em 20 milhões de ienes (cerca de 700 mil reais). Estamos negociando para dar uma entrada e parcelar o restante. Já levantamos cerca de 4 milhões de ienes e estamos confiantes de que o Senhor proverá o que falta. Não precisamos agir na carne, porque vemos claramente a mão de Deus em cada detalhe desse processo.
O que vocês podem falar sobre a Escola Bíblica em língua japonesa?
Gabriella: A Escola Bíblica Verbo da Vida em Tóquio tem recebido alunos de diferentes denominações. Muitos já eram crentes, mas nunca tinham ouvido a Palavra da Fé como pregamos. Eles têm testemunhado transformações, fortalecimento e até nos ajudado a divulgar a Escola. Além disso, Deus tem aberto portas com pastores de outros ministérios, e temos encontrado graça diante deles. Isso tem ampliado o alcance do nosso trabalho no Japão.

Jefter: Estamos na terceira turma, a segunda sob a nossa direção. Vivemos em um contexto no Japão que apenas 0,6% da população é cristã evangélica. É um campo muito escasso em relação ao cristianismo, especialmente em pessoas que consomem literatura cristã ou participam de atividades eclesiásticas. Ter uma escola bíblica ou um curso teológico no Japão é um grande desafio; não é um processo simples, mas estamos desbravando nesse meio. Vemos que o Senhor tem nos ajudado a conhecer esse ambiente. Ainda estamos trabalhando para conquistar a confiança de pastores locais, o que leva tempo, exige reputação e relacionamento. Em tudo isso, temos desfrutado do favor d’Ele. Muitos pastores e cristãos nos observam de longe, acompanhando a obra nesses últimos três anos. Hoje, especialmente neste terceiro ano, vemos uma abertura muito maior e acesso a pessoas de outras igrejas. Na nossa primeira turma, tivemos cinco alunos; na segunda, sete; e, até o momento, quatro matriculados na atual turma, mas como as inscrições estão abertas, esse número deve aumentar.
Temos exemplos poderosos do impacto da Escola, como de uma graduada taiwanesa, de outra igreja, que foi muito impactada. Ela passou por muita pressão familiar e recebeu graça e renovo da Palavra de Deus. Tanto que, começou a compartilhar com os irmãos da sua igreja, atraindo visitantes para nossas aulas. Agora, nessa nova turma, temos uma japonesa alcançada pelo testemunho dessa graduada. Ela está totalmente avivada, fazendo as matérias da Escola e testemunhando como tudo é novo para ela, mesmo sendo cristã há décadas. Hoje, ela está alegre, animada e cheia de Deus. É importante destacar que muitas igrejas evangélicas japonesas são conservadoras e não valorizam o mover do Espírito ou os dons espirituais. Mas mesmo assim, vemos frutos: essa japonesa agora participa cheia do Espírito, mesmo permanecendo na igreja tradicional dela. Estamos confiantes de que essa chama se espalhará por meio dos alunos que estudam conosco. Desde que cheguei pela primeira vez, em 2013, no Rhema Japão, pude acompanhar testemunhos impressionantes. Pessoas que entraram cheias de traumas, quietas e recatadas, ao perseverar na Escola, tiveram suas vidas transformadas. Entre elas, destaco dois exemplos: Henrique Yoghi, hoje meu pastor auxiliar, e Massami Kadita, que está na diretoria da nossa escola bíblica. Ambos eram quietos e pouco entrosados, mas hoje estão totalmente transformados. Além deles, temos também alunos japoneses que cresceram muito. Um deles hoje nos ajuda fazendo resumos dos cultos e serve em várias áreas da igreja. Está conectado de coração conosco, atualmente, é um dos monitores da escola. Diante de tudo isso, cremos em um templo explosivo, onde ocorrerão conversões em massa e muitas pessoas aderindo à nossa Escola.
Gabriella: A Palavra tem impactado profundamente a vida das pessoas. Por exemplo, esse membro que o Jeffer citou hoje, nos ajuda na comunicação, fazendo os resumos dos cultos. A Palavra não só transformou a forma como ele entende a Bíblia, mas também a maneira como ele se comporta: a postura durante os cultos, a forma de se comunicar, a maneira de se vestir. Ou seja, a transformação é de dentro para fora. Outro caso foi de uma pessoa que começou na nossa igreja, era um aluno que mal sabia falar e tinha dificuldade para se expressar. Depois da escola e da convivência na igreja, sua comunicação melhorou, a forma de se vestir, até o corte de cabelo mudou. Ele começou a se entrosar com outras pessoas. Colocamos ele para nos ajudar nas crianças e foi se soltando cada vez mais. Isso mostra que a Palavra impacta não apenas internamente, mas gera uma transformação visível. Uma coisa interessante é que, quando abrimos aulas demonstrativas, especialmente sobre cura, as salas online ficam cheias de visitantes. As pessoas ficam impactadas ao aprender que Deus está disponível para curar, que o poder d’Ele está sempre presente e que a vontade do Senhor é curar. Para nós, que já ouvimos isso muitas vezes, parece básico, mas para crentes de igrejas tradicionais, isso é como descobrir um novo mundo. Muitos graduados, após participarem dessas aulas demonstrativas, se tornaram alunos da Escola e ficaram maravilhados ao perceber que a cura é uma realidade para nossas vidas.
Sobre o campo missionário, quais conselhos vocês dariam às pessoas que têm chamado para o Japão?

Jefter: O primeiro é honrando e servindo à sua igreja local. Você tem que amá-la e servir em alguma área. Deus não chama desocupado, começa por aí. Depois, é fundamental ser graduado no Centro de Treinamento Bíblico Rhema. Não basta apenas saber a Palavra; é preciso conhecer, praticar e viver aquilo que você aprendeu. O campo missionário é intenso e expõe suas fraquezas. Sem uma base firme na Escritura, que sustente sua identidade em Cristo e lhe ensine a aplicar a fé, não é suficiente apenas “saber”. Você precisa conhecer e praticar. O melhor ambiente para isso é na sua igreja local: exercendo seu ministério, passando por testes e desafios antes de ir para o campo. Além disso, estudar na Escola de Missões é essencial, pois lá você recebe toda a bagagem necessária para missões. Esses três anos de estudo são fundamentais, não só para adquirir conhecimento, mas para vivenciar a realidade missionária que encontrará no campo.
Se você for para o Japão e quiser se conectar com o povo, precisa estar disposto a aprender o idioma, a cultura e a compreender as pessoas. A internet facilita muito: cursos online, grupos de estudo e pessoas que compartilham o mesmo objetivo. Isso lhe prepara para chegar lá sem uma visão romântica ou idealizada da missão, entendendo que encontrará fortes desafios. Você precisa chegar com o coração preparado para servir. Não vá apenas com a ideia de turismo ou para “curtir a experiência”. Se não é um bom servo na sua igreja, não conseguirá sê-lo no Japão. É importante gerar esse hábito de servir antes de chegar, para estar disponível às inúmeras demandas que surgirão. Se temos poucos cristãos lá, precisamos de muitos trabalhadores em diversas áreas. A igreja lá está crescendo paulatinamente, e cada departamento está em desenvolvimento. No momento, estamos investindo mais na música e crianças, mas precisamos desenvolver mais a diaconia, comunicação e outras áreas. É preciso estar disposto a servir onde for necessário, mesmo em áreas novas para você. Não escolha apenas o que gosta; no contexto missionário, você pode ser colocado para servir em múltiplas áreas ao mesmo tempo em algum momento. Mas quando você entende que está ali porque foi Deus que o chamou e faz um bom trabalho, sendo leal e fiel, Ele irá honrá-lo.
Gabriella: Complementando o que Jefter disse, tenho basicamente três conselhos. O primeiro é estar disposto, e quando falo sobre isso coloco em duas categorias. A primeira delas é estar disponível para servir em qualquer lugar na igreja. No contexto de igreja missionária, em fase de implantação, você vai precisar servir na comunicação, crianças, música, onde for preciso. Eu, por exemplo, não tinha experiência de servir no departamento de música antes de chegar no Japão. Mas no nosso contexto de necessidade de trabalhadores, fui colocada no louvor. Você pode ter suas preferências, mas tem que estar aberto para servir onde for necessário. Às vezes, você irá servir em vários lugares ao mesmo tempo e em um mesmo culto. É essencial ir com o coração disposto a servir onde for preciso. Já a segunda categoria é estar disposto a experimentar a cultura local. Alguns exemplos podem parecer desconfortáveis para brasileiros, como costumes ou alimentação, como o peixe cru. Não se limite dizendo “não posso”, “não quero” ou “não gosto”. Outro exemplo são os banhos públicos no Japão, ‘onsen’ ou ‘sento’. Nesses locais de águas termais, existe a divisão por gênero, mas as pessoas ficam nuas. Por conta disso, alguns brasileiros podem se sentir tímidos e não quererem ir. Mas não é questão de ficar nu em frente de outras pessoas, elas não ficam te observando lá. No Japão, essa prática é considerada um momento de comunhão entre as pessoas e podem surgir oportunidades de evangelismo, para falar de Jesus.
Desse modo, barreiras culturais podem impedir relacionamentos e oportunidades de evangelismo. Se você quer ir para um país como o Japão, precisa ter em mente que vai precisar fazer algumas coisas que não serão confortáveis. Por exemplo, no caso da alimentação, é bom experimentar as comidas para que se sinta mais próximo das pessoas que você quer alcançar. Outro conselho é chegar com o coração aberto. Você estará debaixo da graça para o auxiliar, mas haverá desafios, julgamentos e até preconceito. Não permita que essas situações o desanimem ou o façam desistir; conecte-se a Deus. Por fim, um ponto crucial é ter firmeza na sua identidade em Cristo. No início, é normal sentir dúvidas, mas, quando você tem convicção de que é filho do Senhor e está cumprindo a vontade d’Ele, percebe que essas dúvidas são apenas estratégias do diabo para te desanimar. Você está no lugar certo, na estação certa, cumprindo seu chamado. Mesmo diante das dificuldades ou dos pensamentos paralisantes, mantenha a sua identidade firmada sabendo que você é justificado e filho de Deus. Assim, poderá perseverar, crescer e ser uma bênção no campo missionário.

















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Gloria a Deus pela vida desse casal que testemunho, hoje podemos ver a palavra da fe se mltiplicando nessa nação. Cremos que o Japao e do senhor Jesus. Estamos felizes pelo avanço da obra e que grande sera o contigente de homens e mulheres que vão servir ao senhor nesta nação.
Que extraordinário ler sobre vocês e a obra em Tóquio. Cercamos vocês de fé e amor 🧡
Uma ótima leitura, fui muito edificada através dela, é muito bom saber que várias vidas estão sendo transformadas através da Palavra, aprendi muito também com as dicas finais!
Vocês são uma benção e creio em um crescimento extraordinário do Cristianismo no Japão e na Ásia nesses últimos tempos!