
A noite da sexta-feira foi marcada por um momento singular na Reunião Anual de Pastores e Diretorias 2026: a formação inédita de uma banda composta exclusivamente por pastores do Ministério Verbo da Vida. A ocasião reuniu líderes que, além do chamado ministerial, carregam uma sólida trajetória musical, resultando em uma experiência que ultrapassou a performance e evidenciou a essência do serviço no Reino.
Mais que apenas música
A banda teve como porta-voz Eliezer Rodrigues e contou com a participação de André Martins, pastor e violonista da igreja em Florianópolis; Thiago Borba, pastor da Igreja Sede e também violonista; Esdras da Silva e Neemias Silva, guitarristas e pastores na Verbo Morumbi, em São Paulo; Fábio Aposan, baixista e pastor na Verbo Cruzeiro, também em São Paulo; Diego Ticianeli, baterista e pastor em Orlando (EUA); e Manassés Guerra, cantor e pastor da Verbo Portão, em Curitiba.
A formação do grupo foi conduzida por Gabriel Teixeira, diretor musical do Ministério Verbo da Vida, responsável pela seleção dos integrantes e pela organização dos ensaios e da logística. Apesar do alto nível musical apresentado, a banda teve apenas um ensaio, realizado na tarde anterior à apresentação.

A experiência prévia de muitos dos participantes contribuiu significativamente para a qualidade da execução. Fábio Aposan, por exemplo, é produtor musical e baixista reconhecido nacionalmente, com participação em projetos de destaque no cenário gospel. Da mesma forma, André Martins, Eliezer Rodrigues e Manassés Guerra possuem um amplo repertório autoral, com canções já consolidadas e cantadas em igrejas do Ministério ao redor do mundo.
Uma conexão além do palco
O repertório da noite foi definido por Eliezer e Manassés, reunindo clássicos que já fazem parte da identidade musical do Ministério. Entre as canções apresentadas estavam “De Fé em Fé”, “Minha Vitória” e “Alegria”, composições de Eliezer Rodrigues, além de “O Seu Amor” e “Eu Sei Jesus”, de Manassés Guerra.
Mais do que uma apresentação musical, o momento foi descrito como uma expressão de unidade e continuidade ministerial. Para Fábio Aposan, a experiência pode ser resumida em uma palavra: geracional.
Segundo ele, houve um forte senso de honra em compartilhar o palco com homens que abriram caminhos dentro do Ministério. A vivência não se limitou a uma troca musical, mas representou uma transferência de valores, experiências e unção, evidenciando que a música é uma ferramenta a serviço do chamado. Ainda de acordo com Aposan, não houve desafios técnicos significativos, mas, sim, um impacto emocional profundo ao dividir aquele ambiente com líderes que carregam história e relevância espiritual.

Eliezer Rodrigues também destacou o caráter único da ocasião. Para ele, o reencontro com ministros que caminharam juntos ao longo dos anos trouxe à memória experiências vividas e aprendizados construídos por meio da música. Ele enfatizou que, além da harmonia musical, houve uma harmonia espiritual evidente, uma conexão que ultrapassa a técnica e se manifesta no espírito.
O período de música da noite evidenciou que o Ministério, quando exercido com amor e alegria, transcende funções específicas. A união de pastores em uma mesma expressão artística revelou não apenas talento, mas um compromisso comum com o propósito, reforçando que diferentes dons podem convergir para um mesmo objetivo: edificar vidas e glorificar a Deus.















